Sobre o livro
A primeira edição saiu em 2024 e envelheceu em dezoito meses. O modelo mais avançado que ela citava já foi sucedido três vezes, metade das ferramentas listadas não existe mais, e a maior omissão de todas: o Claude, da Anthropic, sequer era mencionado.
Esta segunda edição foi reescrita integralmente. Traz os assistentes que importam em 2026, os agentes que deixaram de responder e passaram a fazer, e a possibilidade — hoje real — de construir sistemas inteiros sem saber programar. Traz também o que a primeira não tinha coragem de dizer: onde a IA falha, quanto ela custa de verdade e por que nenhuma ferramenta transfere a responsabilidade de quem assina.
Do advogado ao paisagista, do arquiteto ao dono de restaurante, cada profissão ganhou um capítulo com o que mudou, o que vale a pena e o que já morreu. Há ainda um plano de trinta dias para sair da leitura e entrar na prática.
São 176 páginas com trinta ilustrações originais, uma para cada capítulo.
O mercado parou de perguntar se a inteligência artificial vai mudar as profissões. Começou a contratar com base em quem já sabe usá-la.